| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Tyrannides |
| Wetmore & Miller, 1926 | |
| Parvordem: | Tyrannida |
| Família: | Tityridae |
| Gray, 1840 | |
| Subfamília: | Tityrinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | P. polychopterus |
O caneleiro-preto é uma ave passeriforme da família Tityridae. Também conhecido como araponguinha, bico-grosso-de-asas-brancas, caneleirinho e caneleirinho-preto.
Seu nome científico significa: do (grego) pakhus = grosso, robusto; e rhamphos = bico; e de polukhroos = variegado, matizado, pintalgado; e _pteros, pteron = asa; polychopterus = com asa pintalgada. ⇒ (Ave) com bico robusto e asa pintalgada.
Mede entre 14 e 15,5 centímetros de comprimento e pesa entre 19,5 e 21 gramas.
O macho é delgado e de bico largo, de coroa, asas e cauda negras. As asas possuem linhas brancas bem visíveis. A cauda possui grandes pintas brancas na parte inferior das penas. A coloração geral é cinza, variando até o cinza escuro conforme a ssp. As ssp amazônicas são as mais escuras. A fêmea é verde-olivácea, com bordas na asa e na cauda, de cor ferrugínea e partes inferiores amareladas.
Manifestações sonoras: sua voz desperta muita atenção, forte e sonoro “djöit djöt-djöt-djöt…”. A fêmea tem um canto semelhante ao do macho, mas com volume mais baixo.
Possui oito subespécies reconhecidas:
(IOC World Bird List 2018).
| Fotos das subespécies de Pachyramphus polychopterus | ||
|---|---|---|
| (ssp. polychopterus) | (ssp. similis) | (ssp. spixii) |
| (ssp. nigriventris) | (ssp. tenebrosus) | (ssp. tristis) |
Come imagos e larvas de insetos complementando a alimentação vegetal, sobretudo quando esta escasseia, por exemplo, durante as chuvas.
Constrói ninhos no alto de árvores isoladas, na forma de uma grande bola de musgo e outros materiais macios, com entrada lateral protegida e câmara incubatória pequena na parte superior.
Habita a orla da mata. Regularmente segue bandos mistos de pássaros. Pousa geralmente ereto. É brigão.
Ocorre da América Central e das Guianas à Bolívia, Argentina e Uruguai, e em todo o Brasil.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies: